Edite SOMENTE no blog

22 abril 2013

Um grande dia...!


E com muita felicidade que compartilho com os amigos um dia feliz nesse meu primeiro passos nas letras (espero que este seja o primeiro de muitos)... Foi um dia glorioso, não pelo o sucesso em si, pois não foi, mas sim, pela enxurrada de sentimentos que senti nessas duas horas de evento. Creio que nunca conseguirei esquecer pelo simples fato que tudo está gravado na alma, como tatuagem.

Patroa e Muá

Anne (irmã), Eu, Fabiana e Ana Clara (sobrinha)
Eu e Mamy 

Agradeço a todos que fizeram esse dia maravilhoso; e, também incluo os amigos que por algum motivo não puderam comparecer no lançamento.

Abraços!

PS1.: Quem quiser adquiri o livro: pode entrar em contato pelos comentários do blog, facebook, ou pelo e-mail (wscouto@yahoo.com.br).
PS2.: link para todas as fotos

05 março 2013

Os costumes mudam... Os lírios dos campos não.

Encontrei este artigo jogado num canto do meu computador e resolvi compartilhar com os amigos.

Acabei de ler: Olhai os lírios do campo (título baseado no Sermão da Montanha) de Erico Veríssimo – uma leitura boa, agradável, que me trouxe muito prazer. Essa narrativa que foi o primeiro grande sucesso do escritor, ambientado em Porto Alegre, no final da década de 30 – uma época de romantismo, elegância... E, porque não: outros costumes. Época essa que não tinha muitos dos objetos indispensáveis nos dias de hoje, como: computador, celular, tablets, e etc. E outros artigos de luxo como: carro, geladeira, universidade acessíveis... Outro tempo, outros costumes... Mas, o que chamou atenção desse leitor foi que os valores são os mesmo. Sendo assim, os costumes mudam, entretanto, os valores que realmente importam permanecem.

Naquele tempo o cigarro era um charme; e todas, simplesmente todas as personagens importante do livro fumavam. Fumavam em todos os lugares, em todas as circunstâncias – das situações mais triviais, como: uma conversa entre amigos; até numa ocasião formal, como em uma reunião de negócio, uma consulta médica. Ou seja, cigarro era aceito em qualquer ambiente.

Que contraste atual, pois quando observamos uma pessoa acender um cigarro olhamos torto. Empresas selecionam seus funcionários por este hábito. Bares são proibidos, por Lei, de deixarem seus clientes fumarem.

Também, não sacrificamos ninguém por perder a virgindade, mesmo que está ainda é vista como um produto de santidade, pureza... Mesmo assim, não recriminamos moças que não sejam mais virgens. Nem a gravidez fora do casamento é algo assustador e abominável, mesmo tendo muitos preconceitos e olhos tortos para tais situações. Mas, em suma, a sociedade aceita e acolhem estas mulheres. Ainda bem, pois não precisamos massacrar uma pessoa por um ato, às vezes impensado. Nem sentenciar uma pessoa por um erro do passado. Estas mulheres, hoje, podem ter uma vida digna.

Quero nesse momento deixar de lado os valores cristãos, mesmo sabendo que são importantes para qualquer sociedade – quero somente salientar os valores sociais, que retiravam o direito do arrependimento. Este fundamental no contexto cristão.

E os edifícios, que autor mostra como um vilão da cidade. Mostra muitas vezes como uma “coisa” que muda as características da cidade, totalmente fora da convivência com outras construções, uma extravagância de um empreendedor. Coisa de rico! Excentricidade! Que nunca seria uma necessidade atual, onde as cidades teriam que amontoar seus moradores?!

O tempo. Observo que as pessoas tinham tempo para os amigos, familiares, e principalmente para os filhos. Naquele tempo, os pais trabalhavam perto de casa – fazendo suas refeições em casa. Que beleza, hein?

Mas, tem coisas que não muda – a corrida desenfreada por dinheiro, status... Poder. E para competir nesta corrida sem fim sacrificamos amigos, saúde, e o mais importante: a família. Não faço um discurso franciscano, de voto de pobreza, mas sim do discurso do equilíbrio, do retorno aos valores que realmente importam.

Estes valores, o da família, estes não mudam. Podem até estar deformado e desestruturado, mas em sua essência não mudou. Meus votos é que a sociedade atual perceba estes valores, como o Eugênio, personagem do livro – que num certo ponto da vida descobriu os lírios dos campos; e a partir desse momento descobriu uma alegria de viver, uma alegria em pequenos acontecimentos da vida...

Esta alegria que mudou sua vida. O personagem simplesmente aprendeu a viver.

Falando em Lírios não esqueçam do lançamento do Enfim... Primavera, que será no dia 19/04 às 19 horas no Adamastor.

Abraços!

30 janeiro 2013

Enfim... Primavera: 1° e 2° Capítulo



Olá Amigos!

Como está próximo o lançamento do livro (graças à Deus!), disponibilizo os dois primeiros capítulos:


***

1 – Prescrição Médica.Não acredito! Pago uma fortuna para esse analista e qual o tratamento indicado para o meu mal? Escrever um diário. Que diabos é isso? Para que serve essa medicina? Onde se expõe os mais íntimos sentimentos em um insuportável divã, remexendo em dores que há muito tento esconder. E, ainda pior, depois de falar das feridas passadas vem o veredicto simples e calculista de um profissional impassível às angústias da alma: escrever um diário! Queria mandar esse doutor para um lugar interessante, mas a compostura impede tal afronta.

Que merda de médico! Não volto nunca mais aqui! Quero sair desse manicômio o mais rápido possível. No entanto, sou surpreendida por mais uma palhaçada. A última afronta do doutor bonachão foi me dispensar da consulta com otimismo: “Até a próxima sessão”. Nem perco meu precioso tempo para informá-lo que perdeu uma cliente, simplesmente deixo a sala com pressa. Não verá mais meu suado dinheiro, caro doutor de quinta!

Na saída, digerindo a ofensa, procuro algo para destilar uma pequena vingança e encontro uma pedra, que cai como luva para uma retaliação infantil; e faz um bem danado à minha fúria desenfreada.

E em segundos aquela pedra fora atirada com toda a força na placa da clínica. Procurei outra para saciar meu ódio. Quanto dinheiro gasto, para quê? Encontro a pedra, miro, faço o movimento para arremessá-la e esmoreço. Na mesma hora, abre-se a cortina do consultório e, com um olhar inquisidor, sou observada por aquele que deixou de ser meu médico para ser meu bedel. O doutor olha pelas frestas da cortina e condena a minha atitude com um balançar de cabeça. Desisto da vingança e com um movimento de braço faço minhas últimas lamentações em protesto.

Diário? Nunca.


2 – Será Que é Bom?Que velho maluco! Se escrever resolvesse algo, não teria problemas – sou jornalista, vivo da escrita. Se fosse a solução, estaria mais zen do que um monge.

É claro que não funciona, pelo menos comigo. São tantas as feridas que precisaria escrever não um diário com poucas palavras, mas sim uma enciclopédia. Ah, Capitu! Parece que não tem nada a fazer? Vá trabalhar, dormir, ou arranjar algo de útil. Sei que sou louca ou coisa parecida, preciso resolver minha vida e logo. Não sei como, mas é necessário, ou a morte será a única opção.

Então... Será que esse negócio é bom? Nunca escrevi um diário, nunca quis mexer no passado, colocá-lo em um papel. Sempre corri dele como o diabo da cruz.

O que vou escrever? A verdade? Aquela que tanto tem prazer em me machucar? Não sei. Mas caso eu aceite tal prescrição, não vou enganar o diário, pelo menos ele não. Minha vida é uma mentira. Falo que sou feliz; entretanto, na verdade, não sou. Digo que sou sozinha por opção. Mentira! Sou só por não conseguir realizar laços: não tenho amigos, namorados, amores... Em suma: sou uma amargurada, mal-amada.

Então, o que faço? Seguirei o conselho do especialista? Ou deixarei minha vida como está? E, quem sabe, morrerei de tanta depressão? Que dúvida! Mas acho que não tenho outra saída: aceitarei a prescrição, não por acreditar que será a minha salvação. Não, não é isso. Farei pelo simples fato de ser a única e melhor opção. Escreverei o tal diário; entretanto, quero que seja algo diferente, de forma científica... Metódica. Por isso, começarei como em um projeto acadêmico.
***

Ficou um gosto de quero mais (espero que sim)?

Então... esperem até Abril.
Estou mega-ansioso para ver o Enfim... Primavera virar uma realidade: ver sua capa, tocar suas páginas...
Quando chegar mais novidades posto aqui ou no face.

Parece que dezembro está mais próximo que abril.


Um forte abraço!

10 janeiro 2013

Frases soltas sobre o amor


Segue algumas frases soltas sobre o amor:

A medida do amor é amar sem medida.

O amor não é um hábito, um compromisso, ou uma dívida. Não é aquilo que nos ensinam as músicas românticas... O amor é indefinições.

Ame e não pergunte muito. Apenas ame! Mesmo que isso lhe machuque as vezes.

Estas frases não é da minha autoria, apenas gostei delas. Segue algumas frases que define bem o amor:

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (1 Coríntios 13:4-7)

Então ame muito...

abraços

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